sobre
Construo o produto inteiro: o código, a medição e o funil
Faço o software, a parte que mede se ele vende e as regras que o mantêm no padrão. Tudo dentro do próprio sistema, como código.
Comecei consertando sistema dos outros. O que aprendi ali é que o problema quase nunca é o código de hoje. É o de daqui a seis meses, quando ninguém lembra por que aquela decisão foi tomada e mexer numa linha quebra três coisas que ninguém sabia que dependiam dela. Depois disso passei a escolher projeto pelo mesmo critério: venda que fecha sem internet, cobrança que bate centavo, prontuário em que médico confia. Nesses lugares, erro não é bug: é dinheiro que some e é gente que volta para o papel.
O que eu repetia de projeto em projeto virou método. Quase tudo que mantém um produto vivo costuma morar fora dele: a medição numa ferramenta de terceiro, o funil numa planilha, o padrão na cabeça de quem revisa. Eu escrevo essas funções como código do próprio sistema. Quem entra seis meses depois não precisa adivinhar nada: o computador reclama antes de mim. É esse tipo de coisa que eu abro aqui, com o código.
Hoje divido a semana entre os sistemas dos clientes e a evolução dessa base. Peça nova sai quando um mecanismo funciona bem o bastante para virar texto.
Se um desses problemas é o seu, me escreve: quem responde sou eu, e na primeira resposta você já sabe se dá para eu ajudar. O e-mail está no rodapé.